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sábado, 18 de dezembro de 2010

Amor, o bandido.

É aquela paz que eu ainda não tenho, sabe?

É, aquela mesma.

É um pedacinho do peito ainda não preenchido, é a falta das borboletas voando no estômago.

Seria o amor uma escravidão?

Seria um sentimento mais do que compulsivo, que nos cega e só nos faz pensar nele e precisar dele mais do que qualquer outra droga.

Sim, eu sei, eu sei.

Foi aquele cavalo encilhado q eu deixei passar e q agora vaga pelos campos do meu pensamento.

Mas talvez, quem sabe..

Não, quem sabe nada, é esse teipo de pensamento que se precisa afastar.

Se não deu antes, por quê daria agora?

Claro q não daria.

Pelo que provei do amor, ele me provou ser cruel com quem brinca com ele, e como!

Ladino safado.

Eu nem gosto de ti mesmo, to aqui, de boa, escrevendo sobre ti e ouvindo 'Dreams' do Cranberries, revivendo a nostalgia de uma época em que você e eu ainda não tínhamos uma relação muito próxima, só aquele amor de pai e mãe que você me ensinava a dar valor.

Sei lá, você é complicado, amor.

Não estou bem certa se te quero aqui no meu peito.

Não, não sei mesmo.

Não tenho planos pra você no momento, mas você é tal como uma festa surpresa. Nos pega naqueles dias mais deprê, onde as coisas parecem não poderem piorar ainda mais, mas...de certo modo, pioram.

Você estende a mão e nos apresenta novas possibilidades, e pinta os passarinhos de verde...

Tá, você é bonitinho.

Mas ainda não me apresentou 'AQUELE ALGUÉM', aquele mesmo, que vai fazer os passarinhos ficarem com a cor da esperança.

Bom, eu espero. É o que eu faço de melhor.

Se quiser me pintar de verde e deixar eu ser o passarinho de alguém, melhor ainda.

Aguardo notícias suas, amor.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Globalizando?


Ok ok, AINDA não fui pra aula.
Mas é que fui ver as minhas estatísticas. E fiquei pasma!
E em decorrência disso, adicionei um tradutor de página, pra ninguém ficar de fora dos meus devaneios.


Acaba semestre

Bom ver que o número de visitas está aumentando.
Mas preciso de comentários.
Aulinha de introdução ao direito I: Concluída por hj.
Agora: Direito civil - coisas. (nome confuso, sim, eu sei.)
Mas digamos que por direito das coisas compreendemos tudo o que possui valor econômico, assim, só pra você saber...

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O limite entre

O achar que se é alguém, e de fato ser...
Ah, como é bom se iludir na vida, não é mesmo?
Sair por aí, se sentindo o rei do mundo, alienado no seu fone de ouvido, imaginando um mundinho perfeito.
Como é fácil viver assim.
Mas pra quê viver assim?
Onde é que está aquela adrenalina que faz pulsarem as veias, a emoção do descobrir, do precisar, do querer e nem sempre poder?
É aí que vos digo que quem constrói essa utopia não somos nós.
Criamos monstros involuntariamente afirmando inverdades, citando rostos lindos, comparando-os às mais belas paisagens, comparando-os com tudo que há de mais puro e belo...
Por favor, eu peço encarecidamente pra não tomarmos mais tais atitudes.
Em que tipo de mundo viveremos então?
O tom de talento é o ego quem ajusta.
Se o inflamos, o alimentamos com todas as banalidades de que ele necessita pra sua sobrevivência, ele cresce firme e forte.
Mas veja bem, o ego se torna o parasita que desfaz toda essa magia.
Quando ele entra em confronto com a realidade, e deixa Asgard de lado, as consequências são incontáveis.
Por dizerem ao ego que ele é muito bom, ele é demais, e que igual a ele jamais existirá outro.
O ego é lindo, um semi-Deus da perfeição, comparado aos reles mortais que do ego não se alimentam.
Quando de fato ele descobre, seja no momento em que for, que mais do que tudo, o que o sustentaria seria a humildade com os demais reles plebeus, ele viveria muito mais e com mais admiração.
Ora, mas por quê eu estou falando disso mesmo?
ah, sim.

Vivemos em Canela, pequena e turística cidade do Rio Grande do Sul.
Estado berço de talentos incontáveis, que nos orgulham em seus atos,
berço também, de superegos, a espécie pokémon evoluída do: Ego, este temível bandido.

Cidade esta que comporta uma cena musical maior do que os ouvidos podem aguentar. Mas antes fosse só isso, meus caros.
Cidade onde conveniências, favores, e pomposidades constroem vidas.
Onde os humildes com egos anoréxicos, se escondem em suas garagens, transmitindo em tons suas emoções, não por fama ou sucesso (embora fortes razões), mas pelo valer dos timbres, do momento sem igual que nos torna livres e nos tira as máscaras.
Me orgulho destes.
Mas, e agora vamos ao MAS: como eu disse, a cena é tão variada, que existem fantoches na cena que se julgam os principais.
Mas não os culpo.
Seriam apenas mais alguns fantoches, não fosse o mórbido ego ecoando, como um eco.
Dizendo-lhes o quão perfeitos são, e quão maravilhosa é a música que sai de seus dedos.
Favores meus caros, favores.
Podemos ser quem quisermos alimentando essas esperanças medíocres que ao poucos cavam os poços do esquecimento.
Podemos ser apenas nós mesmos, com a nossa boa e velha mediocridade, mas sendo nós mesmos, sem aparências.
Espero, do fundo do peito, que percebam suas futilidades enquanto é tempo; e deixem os atores de verdad entrarem em cena.


;)

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Surpreendente os níveis de depressão dos blogs que eu ando lendo.
Já saí dessa.
Temos que ficar bem consigo mesmo, o resto é pura atração.


;)

http://www.youtube.com/watch?v=ysSxxIqKNN0

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Há tempos

Que não passo por aqui. Que não lembro das tristezas, que não sofro com o passado.
Há tempos penso em renovar esse meu eu contido, que observa e pensa demais.
Há tempos que eu merecia essas festas, esses micos, esses abraços e beijos e todas as risadas.
Há tempos que deixei de me preocupar se eu gosto mais do verde e do azul.
E há ainda mais tempo deixei de pensar na avaliação do que eu gosto.
Há muito tempo que eu precisava da vitalidade. De abrir os braços livre, sem dá-los de encontro à pedras ou muros ao redor.
Há tempos que desisti de escalar esses muros. Basta contorná-los.
Há tempos, muito tempo, que eu queria sair depois da meia- noite, me perder num bar qualquer, beber até cair e fumar o quanto eu quiser.
De ditar palavras vãs e frases clichê pra quem interessado possa estar,
há tempos eu queria pensar assim, e não ter no que pensar.
Ter a consciência limpa e deixar a mente vagar.
E mais que tudo, divagar, devagar.
Me permitir mais.
Há tempos penso em colorir os dias cinzas com meu arco-íris (um dia eu mostro eles pra vcs).
Sentir que um pouco de cor pode trazer um pouco de calor e menos rancor em dias ruins.
Há tempos que sonho em deitar num campo extenso, cercada das páginas amareladas e das frases dos meus autores preferidos.
Pois só eles me levam daqui.
Minto.
Eles não são os únicos a me levar.
Existe um mundo em que eu entro quando estou serena, quando eu fecho os meus olhos e eles me levam.
Com todo aquele ar, todo aquele sol, aquela sensação que me deixa estagnada.
E a única coisa que eu quero e tenho forças é pra desejar que não acabe.
O som me transporta.

M.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Saver entender os porquês da vida é um nível de sabedoria dificilmente atingido. Tento sim, olhar com outra visão pras atitudes ao redor;Sou sincera a ponto de ferir, mas não minto para satisfazer ouvidos inseguros. Sou e faço o que acho coerente, não magoo as pessoas propositalmente, se é que o faço.Me dedico absolutamente às pessoas que gosto, e demonstro demais que gosto delas.Eu não temo dizer , mas só o disse em nome de amigos.Não me queixo mais sobre nada. Percebi, enfim, que quem tem o total controle de tudo em mim sou eu mesma, e não as opiniões;Não temo mais nada, penso de um modo totalmente adverso de 1 ano atrás;eu não guardo mais ressentimentos e nem odeio ninguém. Quero somente emoções construtivas;batalho por um futuro que me encante e me torne alguém capaz de ajudar muitos e muitos mais;batalho principalmente para ME ajudar;não li ;the secret, mas começo a crer que o pensamento positivo pode sim te empurrar pras coisas boas, nem q somente você mesmo acredite nisso;ao menos o seu espírito estará em paz; eu sou a que gosta de ficar horas ouvindo as histórias e dúvidas existenciais;sou a que recentemente, também conta essas histórias;sou de fato, uma pessoa melhor do que já fui
Tudo o que é desordem, revolta e caos me interessa; e particularmente as atividades que parecem não ter nenhum sentido. Talvez sejam o caminho para a liberdade. A rebelião externa é o único modo de realizar a libertação interior.
JIM MORRISON

domingo, 25 de julho de 2010

Utopia

Pra se estar bem não é necessário um louco amor. Percebo que pra início de conversa, é preciso estar bem consigo mesmo, porque aí as coisas acontecem. Ficar se lamentando não é mais pra mim. Já foi muito. Mas depois de minha sessão amadora de Psicologia com a Anajara no meio da feira de inverno, aprendi que devo relevar essas coisas que me desagradam e não dar assim taaanta importância à elas, afinal de contas, eu estou bem e de consciência levinha levinha,,

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Use somebody

Querido diário!
Em momentos como esse, de recolhimento, de reflexão interna, onde nada satisfaz e tudo faz piorar, nem as pessoas mais íntimas a mim tem a permissão de se aproximar.
Quando não penso direito na vida, choro, e vejo que só percebo o quanto estava bom, até cometer meus tão tradicionais erros.
E esse som de chuva lá fora. É o mais próximo de conforto que posso conseguir por ora.
O som que soa como palmas, aplausos ao ciclo que não tem fim. E que apesar de todos os nossos erros, ainda nos aplaude e nos empurra a continuar tentanto melhorar.
Talvez eu precise dormir ao som das tão belas palmas. Para talvez acalmar meu peito, que insiste em gritar. Pois insisto em ferí-lo, embora só perceba quando a dor se aproxima e se instala. Desculpe coração, não o trato com a dignidade que você tem direito.
Mas você não sabe expressar o que sente e o que quer de mim, por isso, o machuco com as decisões erradas.
Me fazer chorar não é a solução, você sabe.
Tudo bem, concordo, EU MESMA causo isso.
Mas você não precisa apontar meus erros todas as vezes...
Se cegue de vez em quando, pois bem sabes que erro demais, é uma característica minha fazer escolhas erradas e olhar pra trás me arrependendo.
Mesmo com todo o avanço já feito, ainda há muito que caminhar.
Me desculpe, mais uma vez.
Agora tente se acalmar, pois estou aqui tentando ser racional, mas você não deixa.
M.
Esse texto foi escrito ao som da linda canção Nebel, Rammstein.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Somente pelas cores

Teste realizado somente baseado numa sequência de cores escolhida por mim.
O link está no título da postagem, é rápido e faz sentido.


Como você opera, age, frente aos seus objetivos e desejos:

Sente que tem sido injusta e imerecidamente tratado, e traído em suas esperanças.descontente e revoltado contra suas circunstâncias presentes que considera uma afronta.

Está sofrendo de superestimulação contida, que ameaça descarregar-se numa explosão de comportamento impulsivo e arrebatado.

Suas preferências reais:

Exerce iniciativa para superar obstáculos e dificuldades. Ocupa, ou deseja alcançar, posição de comando na qual possa exercer controle sobre os acontecimentos.

Procura solução para os problemas ou ansiedade presentes, mas é incapaz de sentir que é difícil decidir-se quanto ao caminho certo a seguir.

Sua situação real:

Julga que não está recebendo o que merece - que não é devidamente compreendido nem adequadamente apreciado. Sente que está sendo obrigado a conformar-se, e as relações mais íntimas deixam-no sem qualquer sensação de envolvimento emocional.
É rigoroso em suas exigências emocionais, especialmente durante os momentos de intimidade, o que o deixa frustrado no desejo de uma união perfeita.

O que você quer evitar:

Interpretação fisiológica: Tensão oriunda da incapacidade de manter relações de maneira estável na sua condição desejada. Interpretação psicológica: É sensível e suscetível à doçura e à delicadeza de sentimentos, com um desejo de unir-se em algum tipo de fusão mística de harmonia erótica. Todavia, este desejo permanece insatisfeito devido à falta de um cônjuge adequado ou a condições adversas, e mantém um controle rígido e permanente sobre suas relações emocionais, já que precisa saber onde está exatamente. É difícil de contentar, é esteta e tem gosto apurado.que lhe permite formar a expressar seu próprio critério e julgamento, especialmente nos campos da arte e da criatividade artística. Esforça-se por se unir a outros que possam ajudá-lo em seu desenvolvimento intelectual ou artístico. Em suma: Sensibilidade artística sublimada.

Seu problema real:
precisa proteger-se contra a tendência para confiar demais, já que julga estar sujeito a ser incompreendido ou explorado pelos outros. Como resultado, adota uma atitude crítica e convencional, estando disposto a participar somente de onde pode ter a garantia de sinceridade e lealdade.

Sua capacidade natural de examinar tudo com discriminação crítica tem sido desvirtuada para uma atitude de reprovação rude, que faz oposição e difama, sem consideração pelos fatos reais



Por mais que essas coisas sejam uma ordem aleatória e a gente sempre se deixe impressionar facilmente, tudo parece fazer muito sentido.
Enfim,
M.

terça-feira, 22 de junho de 2010

A respeito da liberdade individual...



Não adianta: eu acho lindo braços com tatuagens, não me interessa onde eu trabalho, e nem onde eu vou trabalhar.
Momento 'verdades': a minha aparência não diz quem eu sou, não mostra como eu penso, e eu sempre costumo dizer q se eu tenho ou não tatuagens grandes ou pequenas em lugares visíveis n quer dizer nada, pq mesmo q eu seja uma promotora, uma juíza, ou advogada, não vou trabalhar de regata e a tinta no meu corpo não vai interferir no meu nível de raciocínio e inteligência.
Eu quero mais é causar furor.
Mas eu quero mais é aproveitar a minha vida. e acho lindo as pessoas demonstrarem sua personalidade na própria pele, contanto q não seja uma coisa exagerada, eu jamais vou chegar nessses exageros de fechar braço, bem capaz.
Mas vou continuar fazendo muitas, pq isso é da minha geração e da minha vontade, e não me interessa o que virá no futuro.
Acho liiindo.

Isso só vai reforçar ainda mais minha personalidade e sei que nunca irei me arrepender. Nem daqui a 50 anos quando eu for uma vovó style e enrugada, com os restícios de pele com tinta, no que um dia foram belos desenhos. Mesmo que eu fique pelancuda, isso vai confirmar que eu fui da geração dos anos 90 conmeço de 2000, e que era assim q a gente vivia, se comportava e costumava agir, não por influência, mas por mostrar quem éramos...
E expressar nossa liberdade individual.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Breve

Eu não sei bem o que isso significa. Mas me recordo desta sensação. Aquela dorziinha que insiste em arder o peito e se fazer presente.
A dúvida que insiste em martelar minha consciência, que já teve dias mais conscientes, e que não entende o por quÊ de ser sempre assim.
Eu me importo, claro que eu me importo, como haveria de não me importar?
As pessoas desenvolvem habilidades incríveis. Embora a mais forte delas seja o dom de causar a dor, acredito que seja um dom, pra ser executado com tal perfeição;
Existe alegria em estrangular os sentimentos até que eles se vão?
Existe contentamento no ato de quebrar pedacinho por pedacinho o frágil ego de alguém.
A infelicidade me acompanha.
Mas só você pode me ajudar, e tem o dom de me acalmar.
Espero, mas não muito tempo.

sábado, 22 de maio de 2010

Sem sono e sozinha na madrugada

Sei lá o nome disso. Só sei que é confuso demais. As emoções se confrontam o tempo inteiro. Ao mesmo tempo que amo, logo, logo, talvez eu odeie. Ponho um The Doors pra tocar e ouço as viagens dos anos 60 me perguntando se não seria melhor ter nascido por lá.

Pra ver se o ruim mesmo, é o aqui e o agora. As coisas novas conquistadas, coisas boas, servem só pros momentos de profunda ira, vinda não sei de onde, pra me acalmar e me mostrar minhas conquistas.

Se vive a vida inteira com um pano negro sobre os olhos, e quando enfim, esse pano é arrancado por você mesmo, porque você cansou do escuro, fica difícil enxergar, é muita luz entrando em seus olhos ao mesmo tempo, e a maior parte delas pela primeira vez.

Nessas horas de angústia e indecisão, dúvida, tudo misturado que não possui um nome sequer, não consigo avaliar os ganhos sem pesar muito mais as perdas.

Preciso trabalhar todos os meus pontos fracos, todos os transtornos e neuras que ficam martelando, martelando, martelando, do mesmo modo que uma torneira pinga no meio da noite e te leva à loucura.

Fico aqui em vão esperando, e enquanto as respostas não vém, se é mesmo q vão vir, eu sento com o meu café fumegando e vou pondo tudo isso pra fora.

Escrever é terapêutico, dizem.

Mesmo depois de compartilhar meus males com todos que eu gosto, os poucos que eu confio, que conhecem os buracos negros da minha mente, as minhas falhas, os meus medos e progressos, ainda me falta algo, não sei o que é.

É como se eu estivesse numa sala de espera esperando a minha vez.

E esse trecho não trata de amor, acredito que não. Já que ando preenchendo meu tempo compartilhando aventuras, segredos, experiências e carinho com uma pessoa importante que por acaso me achou.

Será q realmente as pessoas são destinadas à um fim específico? Ou seria ele um começo?

Sexta – feira.

01H06min.

Palavras jorrando.

Ócio criativo.

Noite.

A minha vida é melhor à noite, socializo mais, me canso menos, descanso, amo, rio, penso, escrevo, desabafo, choro pelo MSN e sou consolada por amigas irreais de tão boas.

Não acredito nessa história de que amigos são amigos somente até o momento em que irão deixar de ser.

Pelas pedras que eu andei pisando, posso dizer que já conheço a estrada. Não sei o caminho de cor ainda, talvez lá tenha um arco-íris, e talvez eu ache ouro.

Mas talvez é uma palavra complicada, uso com moderação.

Aniversário do Vô. (L)

Festa com barril de chopp, família alemã reunida, casa cheia, comer até doer a barriga, sorrir sem ânimo nas fotos e afirmar q ficou péssima em todas, stress ao dormir, pela falta de acomodação, e enfim, juntar a família, na real é isso aí mesmo.

Kerb Herrmann.

Ich Liebe.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Indiada nas terras dos índios

Fui na boticário comprar uma base pra sair bonitona,
e aí a moça se empolgou e me passou base batom blush, o trio BBB, me maquiei de GRÁTIS.
adoro.
quando eu tiver q sair vou ir lá. experimentar tudo do bom e do melhor e não compro nada.
muuuito engraçado...
e ela se emocionou de um jeito
mas essa cor ficou uma be-le-za em ti!! (no blush)
nossa, mas esse batom ficou lindo!
tá minha filha, ensacola tudo, vou levar.
ausauhso sonho dela.
mas não, comprei só a base power mineral, q de acordo com a moça é só o que se usa nos EUA.

E que a boticário trouxe pra essas terras de índio e que recentemente a avon copiou...

Descobri isso tudo em 10min.

Mas deixa eu contar dos efeitos produzidos pela minha maquiagem mineral em seus primeiros 5min:

estava eu, no cúmulo de minha inocência, passando na frente de um lugar qq perto da UCS quando um cara diz:

o cara: - Ei, psiu, beijo me liga.

aushaushuahsuahsme rachei.

É, não é fácil não.O próximo programa de índio dos bons é ir degustar biscoitos de graça no supermercado e tomar cafezinho no banco.

É a isso que eu chamo de 'A difícil arte de viver de graça.'É basicamente um dom.

terça-feira, 30 de março de 2010

A quem interessar possa

Me sinto mais do que na obrigação, no direito de dizer o que vem a seguir.
De maneira nenhuma, se sinta no direito de destratar alguém. E o destrato não vem apenas pelas palavras, o pior de todos é o desdém provocado por aqueles que em algum momento acham que estão, talvez, se protegendo, evitando situações, ou simplesmente dando uma de superior.
É a pior coisa, e não traz sentimentos muito saudáveis, nem pra quem pratica a ação, ou quem sofre. E às vezes esse sofre acaba se tornando literal.
O que lhes faz pensar que podem de um jeito tão, infantil, ignorar alguém que possui uma consciência completamente tranquila de seus atos e que quando lhe procura, o faz com o único intuito de tentar lhe ouvir e saber o que se passa aí dentro de você?
Não digo que de vez em quando o tal do desdém não seja necessário. Claro que não, sem hipocrisia aqui. Mas, quando alguém que você conheceu lhe manda as respostas de algumas perguntas, e espera as respostas de algumas outras, o mínimo que se poderia fazer, seria responder a pobre criatura.
Criatura essa que lhe fez algum bem, ainda que momentaneamente, porque só nutrimos qualquer sentimento que seja por alguém que conhecemos.
A indiferença não é o mais belo dos exemplos sentimentais, sendo usada em momentos inoportunos reunidos por mesquinharia e normalmente, insensatez.
Pobre da indiferença, por mais que ela queira, sempre será usada contra alguém que por ela nutre algum sentimento, mesmo que dos piores.
E lá no fim, quando aquele que ignora percebe os feitos que cometeu e tenta voltar pedindo sua chance, não é nem a indiferença que responde à ele, e sim o silêncio.



segunda-feira, 8 de março de 2010

Retrato Singular - Parte 1

Houve um dia em que ela acordou diferente, como se o medo que há muito ali residia houvesse feito as malas e a deixado. Aliás, acho muito provável que a palavra para tal definição não tenha sido inventada até o momento.
Era como se nunca houvesse tido um buraco em meio ao seu peito, como se se tivesse acordado e soubesse, enfim, que estava curada.
Não houve como a surpresa não passar por seus olhos, mas as lágrimas não vieram. Como se houvesse atingido um outro nível de sabedoria, que não lhe permitiria olhar pra trás sequer uma vez.
Agora, embora muito modestamente, ela conseguia aos poucos vislumbrar um futuro.
Mas é fácil saber o porque das lágrimas não terem vindo: Porque a fonte de onde surgiam já não era mais tão densa, tão regada. Havia ali muito pouco agora, mas após tantos transbordamentos repentinos o nível das águas baixou drasticamente.
Só o que se via agora era a quantia exata para os momentos em que eram solicitadas.