domingo, 27 de março de 2011
hope that things work out all right,
Todos andamos nos perguntando isso. Afinal, o que está fazendo desse 2011 um ano tão controverso? Estamos tão cheios de coragem, tomando tantas atitudes, e ao mesmo tempo, nos perguntando o por quê de tudo estar ao mesmo tempo tão bagunçado, essa confusão de sentimentos, todas essas confusões por parte da visão unilateral do problemas pelas pessoas em volta, como se tudo fosse um complemento, a metade exata, pro nosso bem interno, e a bagunça interna. Somos dia e noite num só, constantemente estressados, sobrecarregados, mas ainda assim com todas essas coisas novas pra administrar. Eu tô cansada disso, preciso de recesso. PrecisamoS de recesso, nós todos, nós todos. É tudo novo e confuso demais, as ideias são tantas que se chocam lá dentro e nenhuma verdade ou nexo sai boca afora. Eu tenho medo da situação, estamos todos sumindo, fechados pra balanço, sempre unidos, mas frágeis demais. E sempre com essa incerteza. Não sei como vai ser, espero não tomar gosto por isso, de perder a vontade que ainda me resta, de viver um pouco mais na luz da lua e não me trancar comigo mesma num quarto escuro pensando até sangrar a consciência. Não precisa ser assim, mas agora, precisamos. É essa transferência de sensações que sempre me tomam e me levam junto. Essas saídas são morfinas, elas não curam, amortecem. Sei lá, vou pensar um pouco e já volto. Herrmann.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Quando não há o que remediar e talvez você seja o remédio...
Status: Enxaqueca.
Há séculos q a danada não me visitava, então nem posso reclamar.
Em que confusão que tu te encontra guriazinha...Mas o que é isso? Acaso pensas que tá na Disney e que é só alegria?
Parece que eu falo sempre da mesma coisa, apesar de que minha cabeça seja uma enorme variável, e tudo mude muito rapidamente, menos a baguncinha que é a minha vida.
É um corre-corre dos infernos, todo o tempo, do despertar ao adormecer.
O tempo todo.
Isso anda me cansando, sempre disponível a todos, quebrando os galhos, sempre sempre ali presente.
Começo a sentir falta daqueles meus súbitos desaparecimentos pra balanço interior. Da falta do que fazer, do prazer que o ócio dá...
Ando esquecendo muito de mim, como sempre.
Preciso ir em 500 médicos, preciso dar banho nos cães, preciso fazer auto-escola, preciso arrumar o quarto, ler as questões de dir ambiental, os textos de administrativo, ler a respeito de empresarial, ler meus livrinhos água com açúcar da Marian Keyes, ver meus fiilminhos maais água com açúcar ainda, comprar mais uns cd's, comprar livros, encontrar forças e espaço pra voltar com o piano, tem tudo isso e fora o que eu nem lembrei.
Mas eu sei que no fundo é isso que me ampara e deixa de pé, antes era a vidinha vazia demais que fazia o estrago na cabeça, agora, é a falta de tempo.
Nunca parecemos satisfeitos, nunquinha.
Parece que a grama ao lado é sempre a mais verde, e o gato do vizinho sempre mais gordo.
As coisas parecem sem sabor, e o palpável inútil.
Até que se perde o que se achava pouco e a proporção inverte de tal forma de atordoa.
Talvez eu não queira perder isso, quero só me organizar.
Essa correria toda que dá o gás, e me faz útil.
Me faz a Mariana, a Nana, a M., a Lena, a Madalena, o Amor, e todo o resto.
Eu sou muitas mas não sou nenhuma.
Sou tantas que não caibo em mim.
Sou a metamorfose.
E que diminua o ritmo somente, pra eu não querer sumir.
Quero estar por aí pra quando me chamarem, e eu poder correr.
E dizer as minhas besteiras, criar as minhas mais mirabolantes metáforas, e tirar lá do fundo conforto pra quem eu amo.
Eu e a madre Teresa.eheuiheuihuie
Eu quero tudo e quero tanto que nem sei o que eu quero.
Será que eu quero?
Será que sou querida?
Será?
A minha eterna pergunta.
Eu quero um tempo da correria, e menos pulos pro meu coração.
Sem surpresas matinais, caronas e telefonemas.
Sem tanta disponibilidade, sem ver tanto, sem cultivar isso, só manter, ou afastar um pouco, de maneira saudável.
Tava ótima até agora, por favor, sem mais fantasmas, me deixe assim e não estrague o que cultivou e deixou assim, numa brisa.
Deixe estar, let it be.
Há séculos q a danada não me visitava, então nem posso reclamar.
Em que confusão que tu te encontra guriazinha...Mas o que é isso? Acaso pensas que tá na Disney e que é só alegria?
Parece que eu falo sempre da mesma coisa, apesar de que minha cabeça seja uma enorme variável, e tudo mude muito rapidamente, menos a baguncinha que é a minha vida.
É um corre-corre dos infernos, todo o tempo, do despertar ao adormecer.
O tempo todo.
Isso anda me cansando, sempre disponível a todos, quebrando os galhos, sempre sempre ali presente.
Começo a sentir falta daqueles meus súbitos desaparecimentos pra balanço interior. Da falta do que fazer, do prazer que o ócio dá...
Ando esquecendo muito de mim, como sempre.
Preciso ir em 500 médicos, preciso dar banho nos cães, preciso fazer auto-escola, preciso arrumar o quarto, ler as questões de dir ambiental, os textos de administrativo, ler a respeito de empresarial, ler meus livrinhos água com açúcar da Marian Keyes, ver meus fiilminhos maais água com açúcar ainda, comprar mais uns cd's, comprar livros, encontrar forças e espaço pra voltar com o piano, tem tudo isso e fora o que eu nem lembrei.
Mas eu sei que no fundo é isso que me ampara e deixa de pé, antes era a vidinha vazia demais que fazia o estrago na cabeça, agora, é a falta de tempo.
Nunca parecemos satisfeitos, nunquinha.
Parece que a grama ao lado é sempre a mais verde, e o gato do vizinho sempre mais gordo.
As coisas parecem sem sabor, e o palpável inútil.
Até que se perde o que se achava pouco e a proporção inverte de tal forma de atordoa.
Talvez eu não queira perder isso, quero só me organizar.
Essa correria toda que dá o gás, e me faz útil.
Me faz a Mariana, a Nana, a M., a Lena, a Madalena, o Amor, e todo o resto.
Eu sou muitas mas não sou nenhuma.
Sou tantas que não caibo em mim.
Sou a metamorfose.
E que diminua o ritmo somente, pra eu não querer sumir.
Quero estar por aí pra quando me chamarem, e eu poder correr.
E dizer as minhas besteiras, criar as minhas mais mirabolantes metáforas, e tirar lá do fundo conforto pra quem eu amo.
Eu e a madre Teresa.eheuiheuihuie
Eu quero tudo e quero tanto que nem sei o que eu quero.
Será que eu quero?
Será que sou querida?
Será?
A minha eterna pergunta.
Eu quero um tempo da correria, e menos pulos pro meu coração.
Sem surpresas matinais, caronas e telefonemas.
Sem tanta disponibilidade, sem ver tanto, sem cultivar isso, só manter, ou afastar um pouco, de maneira saudável.
Tava ótima até agora, por favor, sem mais fantasmas, me deixe assim e não estrague o que cultivou e deixou assim, numa brisa.
Deixe estar, let it be.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Decode.
Eu não sei o que se passa comigo cada vez que eu ouço 'wish you were here'. É mais forte do que eu. Me dá saudade de um tempo em que não vivi, de cenas que não vi, histórias que não vivenciei. Não sei o que se passa;
É como toda essa ansiedade que surge, quando me ligo demais a alguém, e de longe eu sinto o que acontece, eu sei sem querer, e eu sinto o mesmo. Não sei denominar, é assim com todos.
E só passa acalmando na marra, seja com o que for.
Naquelas de ficar acordado até vidrar, pra não ter tempo de pensar em nada quando fechar os olhos, e se perder nessa época que eu não vivi, sonhando.
---------------------------------------------------------------------------------
Não tem nada, nada que compare essa minha fase agora, onde eu compreendo, e não temo nada mais, nada mais pode me ferir nem nada disso.
É bom essa autossuficiência (ou, auto-suficiência) de não ter medo.
Só ir.
Vai minha filha, vai, o mundo é teu.
Ninguém vai estar sempre contigo a não ser tu mesma, compreenda.
AS pessoas que te cercam, podem ir, podem não voltar, podem partir, e tu permanece.
E tu também permanece.
Permanece aqui.
Pra que o medo?
Não, não tenha. Eu estou aqui sempre.
E entendo, eu sempre entendo, não?
Eu sei que na maior parte das vezes o meu egoísmo deveria falar mais alto, e eu devia pensar em mim, mas eu não consigo. Eu ouço os outros, fico horas falando sobre todos os prós. Mas só enxergo os meus contras. Ah, eu sou assim, não sei não ser assim. Me fale sempre tudo, que eu ouço tudo, e por mais que às vezes seja sinceridade demais, eu preciso me posicionar e dizer o que eu acho. É o lance da confiança baseada nas transparências.
Esses percalços no caminho eu uso como peso de papel.
Eu não sei como conseguir ficar bem o tempo inteiro assim, mas ando conseguindo.
A ponto de começar a irritar.
Por mais que eu tanto reclame e me queixe da minha saúde podre.
Já disse várias vezes que o que conta é a saúde mental, que manda lembranças.
Estiquei minhas asinhas hoje e toquei o céu.
'...the truth is hiding in your eyes...'
Este Post é oferecido à Guilherme H. (@_Guglielmo)
que ficou me distraindo falando sobre Shakespeare, e sua provável dislexia.
;)
É como toda essa ansiedade que surge, quando me ligo demais a alguém, e de longe eu sinto o que acontece, eu sei sem querer, e eu sinto o mesmo. Não sei denominar, é assim com todos.
E só passa acalmando na marra, seja com o que for.
Naquelas de ficar acordado até vidrar, pra não ter tempo de pensar em nada quando fechar os olhos, e se perder nessa época que eu não vivi, sonhando.
---------------------------------------------------------------------------------
Não tem nada, nada que compare essa minha fase agora, onde eu compreendo, e não temo nada mais, nada mais pode me ferir nem nada disso.
É bom essa autossuficiência (ou, auto-suficiência) de não ter medo.
Só ir.
Vai minha filha, vai, o mundo é teu.
Ninguém vai estar sempre contigo a não ser tu mesma, compreenda.
AS pessoas que te cercam, podem ir, podem não voltar, podem partir, e tu permanece.
E tu também permanece.
Permanece aqui.
Pra que o medo?
Não, não tenha. Eu estou aqui sempre.
E entendo, eu sempre entendo, não?
Eu sei que na maior parte das vezes o meu egoísmo deveria falar mais alto, e eu devia pensar em mim, mas eu não consigo. Eu ouço os outros, fico horas falando sobre todos os prós. Mas só enxergo os meus contras. Ah, eu sou assim, não sei não ser assim. Me fale sempre tudo, que eu ouço tudo, e por mais que às vezes seja sinceridade demais, eu preciso me posicionar e dizer o que eu acho. É o lance da confiança baseada nas transparências.
Esses percalços no caminho eu uso como peso de papel.
Eu não sei como conseguir ficar bem o tempo inteiro assim, mas ando conseguindo.
A ponto de começar a irritar.
Por mais que eu tanto reclame e me queixe da minha saúde podre.
Já disse várias vezes que o que conta é a saúde mental, que manda lembranças.
Estiquei minhas asinhas hoje e toquei o céu.
'...the truth is hiding in your eyes...'
Este Post é oferecido à Guilherme H. (@_Guglielmo)
que ficou me distraindo falando sobre Shakespeare, e sua provável dislexia.
;)
sábado, 12 de março de 2011
É tudo uma questão de medida
Não propriamente um Best Seller.
Nem mesmo Best,
mas, um segredo.
Se chega num ponto em que é preciso largar mão da inconsequência e se permitir.
Se abrir pro mundo das sensações, fechar os olhos e enxergar bolinhas verdes, viajar, dentro e fora dos limites, planar a mente, extravazar, fazer e ser, não adiar.
Mas, o segredo é a dosagem.
A vida se resume a medir cada sensação e gesto externado, cada sorriso a cada palavra. A cada tudo, em tudo.
É o fazer sem pensar que nos estimula, que dá o tesão, mas é o que também nos quebra a cara.
Que delícia jogar tudo pro alto e nem pensar, fazer.
Tipo o dia em que estava trabalhando, peguei o ônibus com a Anajara, e fomos fazer uma big indiada pra Porto Alegre, vários ônibus, informações, trem, informações, seguir o fluxo, outro ônibus, pra chegar no opinião.
Os namorados tinham dito: Não, não vão.
E nós internamente dissemos: Sim, nós vamos. De qualquer jeito, não é uma negociação, e fomos.
Foi o impulso, não sabíamos que caminho tomar, tava meio esquematizado já, mas todos sabem que a teoria é uma porcaria, e que a prática está aí pra isso.
Não nos arrependemos. Nem um pouco,
as pessoas entediadíssimas no trensurb, mas, pra nós era festa, garotas do interior.
É aí que eu me refiro, se permitir, se jogar, fazer.
Claro, que mamãe não soube do meu paradeiro, não fui pra faculdade, mas, por ela, era lá q eu estava,
ah, mas e daí?
A vida é agora.
É o que acontece enquanto se faz planos, Lennon nos disse.
Não tenho planos, acordo com um dia inesperado após o outro, é o que eu gosto. A rotina machuca, delimita, é uma redoma.
O bom mesmo é sair sem saber de nada, o que fazer, quem encontrar, e sempre, sempre rola coisa boa.
Quando eu entrei no status 'de boa' e deixei ligado, foi o que houve pra mim, só coisa boa, em todos os sentidos. Todos.
É porque agora me liguei e criei cabeça nesse lance de dosagem.
Nada demais, fora os habituais excessos, mas, só os que prejudicam a mim mesma.
Não exceder a vontade de falar sem pensar, não magoar, nem nada disso.
Ah, é uma sensação boa, sabe?
De estar de boa, com todos, não ter um pinguinho de ódio no coração, ser tipo hippie (com banhos) no bom estilo peace & love e que os outros vão arrumar o que fazer, nos deixem, nos deixem. É esse despertar das coisas novas que me faz dosar. É o não amar demais, não apegar demais, viver ali na medida, dando espaço, procurando quando dá vontade, tomar o meu amado chá de sumiço, que tanto me caracteriza, e saber que mesmo assim tá tudo bem, que vão entender.
É saber escolher quem está ao redor, e ter certeza que eles vão entender esse sumiço. É o ter certeza de que alguém vai estar sempre 100% disponível pra poder ligar na madrugada, abafando soluços e desabafar.
É isso, é a medida, a medida que controla a vida.
Faço o que eu faço, não exijo nada de ninguém, nada, faço minha parte, sendo honesta e sincera como posso, pra construir as relações direitinho, pra não dar maegem a possíveis enganos, e ficar tranquila.
É um pouco chato caber tanta coisa assim dentro de mim. Não sou acostumada com essa maré boa. E não quero que ela passe, e não vai passar. Ando muito bem amparada, :)
muito muito.
É aquelas coisas que tu não tem certeza, mas precisa ouvir pra se fazer compreender, se auto-ajudar. E sacar que a vida até que é um barato mesmo.
Ouvindo Janis, entrando nas letras, e me sentindo a fim de pôr essas coisas pra fora, pra quem sabe transmitir o mesmo a alguém, esse meu entusiasmo todo. Toda essa energia contida.
Não faça como eu faço nem haja como eu, meça aí dentro o nível de intensidade da sua vida e preze as prioridades. Pense antes, pense sempre.
A vida n é construída com arrependimentos e 'e se...'
É o agora, o que rola enquanto você leu isso,
;)
Nem mesmo Best,
mas, um segredo.
Se chega num ponto em que é preciso largar mão da inconsequência e se permitir.
Se abrir pro mundo das sensações, fechar os olhos e enxergar bolinhas verdes, viajar, dentro e fora dos limites, planar a mente, extravazar, fazer e ser, não adiar.
Mas, o segredo é a dosagem.
A vida se resume a medir cada sensação e gesto externado, cada sorriso a cada palavra. A cada tudo, em tudo.
É o fazer sem pensar que nos estimula, que dá o tesão, mas é o que também nos quebra a cara.
Que delícia jogar tudo pro alto e nem pensar, fazer.
Tipo o dia em que estava trabalhando, peguei o ônibus com a Anajara, e fomos fazer uma big indiada pra Porto Alegre, vários ônibus, informações, trem, informações, seguir o fluxo, outro ônibus, pra chegar no opinião.
Os namorados tinham dito: Não, não vão.
E nós internamente dissemos: Sim, nós vamos. De qualquer jeito, não é uma negociação, e fomos.
Foi o impulso, não sabíamos que caminho tomar, tava meio esquematizado já, mas todos sabem que a teoria é uma porcaria, e que a prática está aí pra isso.
Não nos arrependemos. Nem um pouco,
as pessoas entediadíssimas no trensurb, mas, pra nós era festa, garotas do interior.
É aí que eu me refiro, se permitir, se jogar, fazer.
Claro, que mamãe não soube do meu paradeiro, não fui pra faculdade, mas, por ela, era lá q eu estava,
ah, mas e daí?
A vida é agora.
É o que acontece enquanto se faz planos, Lennon nos disse.
Não tenho planos, acordo com um dia inesperado após o outro, é o que eu gosto. A rotina machuca, delimita, é uma redoma.
O bom mesmo é sair sem saber de nada, o que fazer, quem encontrar, e sempre, sempre rola coisa boa.
Quando eu entrei no status 'de boa' e deixei ligado, foi o que houve pra mim, só coisa boa, em todos os sentidos. Todos.
É porque agora me liguei e criei cabeça nesse lance de dosagem.
Nada demais, fora os habituais excessos, mas, só os que prejudicam a mim mesma.
Não exceder a vontade de falar sem pensar, não magoar, nem nada disso.
Ah, é uma sensação boa, sabe?
De estar de boa, com todos, não ter um pinguinho de ódio no coração, ser tipo hippie (com banhos) no bom estilo peace & love e que os outros vão arrumar o que fazer, nos deixem, nos deixem. É esse despertar das coisas novas que me faz dosar. É o não amar demais, não apegar demais, viver ali na medida, dando espaço, procurando quando dá vontade, tomar o meu amado chá de sumiço, que tanto me caracteriza, e saber que mesmo assim tá tudo bem, que vão entender.
É saber escolher quem está ao redor, e ter certeza que eles vão entender esse sumiço. É o ter certeza de que alguém vai estar sempre 100% disponível pra poder ligar na madrugada, abafando soluços e desabafar.
É isso, é a medida, a medida que controla a vida.
Faço o que eu faço, não exijo nada de ninguém, nada, faço minha parte, sendo honesta e sincera como posso, pra construir as relações direitinho, pra não dar maegem a possíveis enganos, e ficar tranquila.
É um pouco chato caber tanta coisa assim dentro de mim. Não sou acostumada com essa maré boa. E não quero que ela passe, e não vai passar. Ando muito bem amparada, :)
muito muito.
É aquelas coisas que tu não tem certeza, mas precisa ouvir pra se fazer compreender, se auto-ajudar. E sacar que a vida até que é um barato mesmo.
Ouvindo Janis, entrando nas letras, e me sentindo a fim de pôr essas coisas pra fora, pra quem sabe transmitir o mesmo a alguém, esse meu entusiasmo todo. Toda essa energia contida.
Não faça como eu faço nem haja como eu, meça aí dentro o nível de intensidade da sua vida e preze as prioridades. Pense antes, pense sempre.
A vida n é construída com arrependimentos e 'e se...'
É o agora, o que rola enquanto você leu isso,
;)
terça-feira, 8 de março de 2011
Feriadal de carnavão
Na boa, esse lance das serpentinas não é pra mim.
A música é ruim, as pessoas se vulgarizam, é muito quente.
e eu sou enjoada mesmo.
O bom mesmo é o feriado.
Ô delícia, de sexta a quarta de pé pra cima.
Me permitindo vadiar, dar voltas por aí, sentar e tomar uma cerveja, pegar um solzinho no coco.
Mas, exclusivamente hoje, eu VOU ir.
Pq a palavra vigente em 2011 é parceria.
Vou lá.
Ver qualé;
ainda não vou amar o carnaval.
Mas, vamos lá, rir um pouco com quem se ama e ficar fedendo a cerveja.
Na real é o que vale.
Na mente há ideias melhores, mas por ora é o q se tem.
Enjoy. ;)
A música é ruim, as pessoas se vulgarizam, é muito quente.
e eu sou enjoada mesmo.
O bom mesmo é o feriado.
Ô delícia, de sexta a quarta de pé pra cima.
Me permitindo vadiar, dar voltas por aí, sentar e tomar uma cerveja, pegar um solzinho no coco.
Mas, exclusivamente hoje, eu VOU ir.
Pq a palavra vigente em 2011 é parceria.
Vou lá.
Ver qualé;
ainda não vou amar o carnaval.
Mas, vamos lá, rir um pouco com quem se ama e ficar fedendo a cerveja.
Na real é o que vale.
Na mente há ideias melhores, mas por ora é o q se tem.
Enjoy. ;)
quinta-feira, 3 de março de 2011
Tears. Um brinde.
Quem é aquela que escrevia nos primeiros posts em 2007?
Não pode ser eu. Não é possível.
Cadê aquela cabeça que se julgava madura à época, aquela adolescente quase bobinha (quase devido a falta de amores colegiais) que achava que nada ia dar a volta numa dessas que a vida dá?
Pois é.
Não sei pra onde ela foi.
E ela mandou dizer que não volta.
E que eu aqui vou ficar no lugar.
Ela disse que era pra eu começar 2011 sendo quem ela queria, mas não podia e tinha medo.
Ela era gente boa, mas, era definida no dicionário como: 'introspectiva', e aí ela era bicho do mato e deprê mesmo.
Queria morrer, tomava cartelas inteiras de medicamentos fortes, bebia doses absurdas de álcool por cima, ela queria sair da consciência, porque doía, sabe...
Ela ficou uns 7 anos nessa, mas, ela n tinha muito o que fazer na época a não ser fortalecer a couraça;
e foi o que fez.
E, francamente, eu gostava dela até, embora ela visse o contrário, eu vinha todas as noites nos seus sonhos, tentar trazer ela pra minha turma, mas, ainda não era a hora dela, ela não tava preparada;
e por conta disso subestistia. Ela se arrastava e perpetuava a dor no peito. Que era a única dor que ninguém via ou pensava existir.
Socialmente, ela era alegre, mas, por socialmente entende-se universidade, ela ainda n tinha coragem de conseguir um emprego, isso a faria sair às ruas todo dia...
Mas, ela acordou um dia, e num ímpeto de liberdade ligou o modo ' i don't care' na mente, e...fez.
Fez o q precisava, pois foi quando se livrou do medo.
Hoje, muito, muito de vez em quando, ela fala só comigo, sabe como é, tenho um pouco mais de intimidade, coisa e tal...
Mas é rápido, logo vem um amigo e me distrai e como ela é tímida, foge rápido.
Hoje, eu assumi.
E sou assim.
Com ânimo novo, com vitalidade, frescor nas ventas, sem medo, alegre, sensata, e embora junkie, consciente.
Demosntrando meus afetos e sentimentos sem pudor algum, não tendo tempo pra adiar a vida,
muito prazer.
Fique aqui comigo, e nos vacilos, segure minha mão.
Preciso de você.
Não pode ser eu. Não é possível.
Cadê aquela cabeça que se julgava madura à época, aquela adolescente quase bobinha (quase devido a falta de amores colegiais) que achava que nada ia dar a volta numa dessas que a vida dá?
Pois é.
Não sei pra onde ela foi.
E ela mandou dizer que não volta.
E que eu aqui vou ficar no lugar.
Ela disse que era pra eu começar 2011 sendo quem ela queria, mas não podia e tinha medo.
Ela era gente boa, mas, era definida no dicionário como: 'introspectiva', e aí ela era bicho do mato e deprê mesmo.
Queria morrer, tomava cartelas inteiras de medicamentos fortes, bebia doses absurdas de álcool por cima, ela queria sair da consciência, porque doía, sabe...
Ela ficou uns 7 anos nessa, mas, ela n tinha muito o que fazer na época a não ser fortalecer a couraça;
e foi o que fez.
E, francamente, eu gostava dela até, embora ela visse o contrário, eu vinha todas as noites nos seus sonhos, tentar trazer ela pra minha turma, mas, ainda não era a hora dela, ela não tava preparada;
e por conta disso subestistia. Ela se arrastava e perpetuava a dor no peito. Que era a única dor que ninguém via ou pensava existir.
Socialmente, ela era alegre, mas, por socialmente entende-se universidade, ela ainda n tinha coragem de conseguir um emprego, isso a faria sair às ruas todo dia...
Mas, ela acordou um dia, e num ímpeto de liberdade ligou o modo ' i don't care' na mente, e...fez.
Fez o q precisava, pois foi quando se livrou do medo.
Hoje, muito, muito de vez em quando, ela fala só comigo, sabe como é, tenho um pouco mais de intimidade, coisa e tal...
Mas é rápido, logo vem um amigo e me distrai e como ela é tímida, foge rápido.
Hoje, eu assumi.
E sou assim.
Com ânimo novo, com vitalidade, frescor nas ventas, sem medo, alegre, sensata, e embora junkie, consciente.
Demosntrando meus afetos e sentimentos sem pudor algum, não tendo tempo pra adiar a vida,
muito prazer.
Fique aqui comigo, e nos vacilos, segure minha mão.
Preciso de você.
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