sexta-feira, 28 de maio de 2010
Breve
A dúvida que insiste em martelar minha consciência, que já teve dias mais conscientes, e que não entende o por quÊ de ser sempre assim.
Eu me importo, claro que eu me importo, como haveria de não me importar?
As pessoas desenvolvem habilidades incríveis. Embora a mais forte delas seja o dom de causar a dor, acredito que seja um dom, pra ser executado com tal perfeição;
Existe alegria em estrangular os sentimentos até que eles se vão?
Existe contentamento no ato de quebrar pedacinho por pedacinho o frágil ego de alguém.
A infelicidade me acompanha.
Mas só você pode me ajudar, e tem o dom de me acalmar.
Espero, mas não muito tempo.
sábado, 22 de maio de 2010
Sem sono e sozinha na madrugada
Sei lá o nome disso. Só sei que é confuso demais. As emoções se confrontam o tempo inteiro. Ao mesmo tempo que amo, logo, logo, talvez eu odeie. Ponho um The Doors pra tocar e ouço as viagens dos anos 60 me perguntando se não seria melhor ter nascido por lá.
Pra ver se o ruim mesmo, é o aqui e o agora. As coisas novas conquistadas, coisas boas, servem só pros momentos de profunda ira, vinda não sei de onde, pra me acalmar e me mostrar minhas conquistas.
Se vive a vida inteira com um pano negro sobre os olhos, e quando enfim, esse pano é arrancado por você mesmo, porque você cansou do escuro, fica difícil enxergar, é muita luz entrando em seus olhos ao mesmo tempo, e a maior parte delas pela primeira vez.
Nessas horas de angústia e indecisão, dúvida, tudo misturado que não possui um nome sequer, não consigo avaliar os ganhos sem pesar muito mais as perdas.
Preciso trabalhar todos os meus pontos fracos, todos os transtornos e neuras que ficam martelando, martelando, martelando, do mesmo modo que uma torneira pinga no meio da noite e te leva à loucura.
Fico aqui em vão esperando, e enquanto as respostas não vém, se é mesmo q vão vir, eu sento com o meu café fumegando e vou pondo tudo isso pra fora.
Escrever é terapêutico, dizem.
Mesmo depois de compartilhar meus males com todos que eu gosto, os poucos que eu confio, que conhecem os buracos negros da minha mente, as minhas falhas, os meus medos e progressos, ainda me falta algo, não sei o que é.
É como se eu estivesse numa sala de espera esperando a minha vez.
E esse trecho não trata de amor, acredito que não. Já que ando preenchendo meu tempo compartilhando aventuras, segredos, experiências e carinho com uma pessoa importante que por acaso me achou.
Será q realmente as pessoas são destinadas à um fim específico? Ou seria ele um começo?
Sexta – feira.
01H06min.
Palavras jorrando.
Ócio criativo.
Noite.
A minha vida é melhor à noite, socializo mais, me canso menos, descanso, amo, rio, penso, escrevo, desabafo, choro pelo MSN e sou consolada por amigas irreais de tão boas.
Não acredito nessa história de que amigos são amigos somente até o momento em que irão deixar de ser.
Pelas pedras que eu andei pisando, posso dizer que já conheço a estrada. Não sei o caminho de cor ainda, talvez lá tenha um arco-íris, e talvez eu ache ouro.
Mas talvez é uma palavra complicada, uso com moderação.
Aniversário do Vô. (L)
Festa com barril de chopp, família alemã reunida, casa cheia, comer até doer a barriga, sorrir sem ânimo nas fotos e afirmar q ficou péssima em todas, stress ao dormir, pela falta de acomodação, e enfim, juntar a família, na real é isso aí mesmo.
Kerb Herrmann.
Ich Liebe.