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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Aquele tempo

Título nada a ver com o que eu vou escrever agora, nadinha.
Pra não variar.
Mas ao menos nesse eu pus título, não sou boa nisso. Só com nomes pra animais.

Acontece que essa madrugada me peguei noutra daquelas crises.
Assim, ela me dizia pra sentar e decidir, e definir tudo, montar o esquema tático, e me alertar.
Mas ela realmente me assustou e me fez sair murchinha pelas ruas.
Mas, embora eu estivesse bicho do mato e nem pro almoço eu tenha saído no trabalho, ouvi boas palavras, boas mesmo. De todos;
Bom saber.
Mente mais leve, levinha, e as boas lembranças q ainda ficam no fechar dos olhos.
Qua parecem ontem se bem lembradas, mas, foi ante ontem.
haha
Ah, meus amigos, o que seria, o que faria, sem esse apoio todo..
Nada, eu ainda seria nada. Sejam minhas muletas pra sempre, todos.
Vamos fazer desses nossos encontros um hábito ainda maior.

Precisamos todos disso.
E me deixam feliz.
É, agora talvez eu saiba compreender melhor o que é afinal a 'felicidade'.
É aquele fechar de olhos.
E todo o resto q o corpo tbm lembra.
É o misto da amizade com todo o carinho, o chamego e cafunés, mas que ainda assim, são amizade.


(:

Obrigada, everyone who lives here, in the right side of my heart. Yeah, the right side. all of you.



Vou deixar sim as borboletas se criarem, quem sabe elas voem.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Eu sei lá, eu não deveria ser tão perceptiva.
Pro meu bem.
Não deveria sacar as coisas num olhar, num gesto, saber quando as coisas não vão bem e o que se passa.
Eu precisava me quebrar um pouco mais.