Abri as mãos e deixei o que havia nelas cair e se partir em mil pedaços. E gostei. No mesmo instante me veio à boca um leve e delicioso gosto de satisfação.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Lhe agrada o vento?
Eu sempre sento aqui e tento escrever algo. Tenho feito isso há muitos dias, dias que se somaram meses. Tento calar um segundinho só que seja os pensamentos, pra ver se ouço o que vem lá do fundo. Talvez o interno até grite, mas os pensamentos gritam mais alto.
Mas hoje sentei, pus meus fones, pus minha música, e me concentrei no que ela diz entrando diretamente na minha cabeça. Algumas falam de amnésia, daquele dia perfeito, do amor que partiu.
Apaguei as luzes, e fiquei aqui.
O escuro sempre me pareceu melhor, embora não mais seguro, mas melhor. Sou da noite, não do dia. Gosto do silêncio que involuntariamente traz, da paz e do sinônimo de descanso, e esse vento na janela levanta a poeira toda, e de seu modo, me diz pra fazer o mesmo.
Beatles. Ouvindo Beatles. The ballad of john and yoko.
A baladinha que me faz sorrir sempre que ouço.
Preciso desse silêncio ao meu redor pra pôr de forma desorganizada o turbilhão de coisas que passam por segundo pela minha cabeça, e que a fazem doer até parecer explodir todo santo dia. Parece um ritual sagrado. Em que os neurônios montam um motim na minha cabeça e ficam fazendo guerrinha de travesseiro. Malditos.
Como deixar o humor inabalável com esse desconforto o tempo todo?
Viver na base dos calmantes é cansativo.
Viver fraca e com dores o tempo todo é ainda mais cansativo.
Viver com esse desânimo então...
Mal consigo me livrar de um mal sem aparecer um novo.
E cada vez mais sério.
Fraqueza no corpo e na mente.
O corpo não se equilibra se a mente tombar. Ele vai junto.
E como posso controlar meu raciocínio, e fingir que não vejo as coisas que me desagradam tanto ao meu redor?
Preciso pensar 500 vezes por dia antes de sair da minha cama. E pensar 1,500 pra não largar tudo. Tudinho de vez, e viver de tristeza um pouquinho, e descansar. Ah...descansar...
Não pude parar e descansar um dia aliviada ainda. A cada dia meu corpo dá um sinal diferente de que está ficando fraquinho, e não posso fazer nada. Não pude me permitir parar as engrenagens até agora, então, como posso fazer isso?
Desde o dia 18 de junho, que não descanso, não durmo direito, não tenho o pouco do sono livre de pesadelos e culpa.
Mas como saber o caminho certo se não andar um pouco pelo errado?
Talvez, achando que eu tenha trilhado o certo, fui parar no errado.
Eu conto os dias, um por um.
E não descanso, adoeço. Mas as coisas não são feitas à espera de reconhecimento. Não é necessário falar, é preciso sentir. É olhar pro amigo, mas olhar a fundo, e reconhecer o que há.
Queria ter o direito de me sentar e pensar, e descansar, e ler, e fazer o que eu bem entender, pq mereço isso, e quero isso pra mim. Apenas eu sei.
Mas minha maldita índole não deixa eu agir de forma descontrolada exatamente nos momentos em que eu preciso erguer as mãos e dizer: tô fora, chega.
Como eu queria que fosse simples de explicar e descomplicado de entender.
Mas como?
Não sei mais de onde inventar bons motivos pra soltar minhas rédeas e desenfrear. Me jogar nesse vento aí fora e ver aonde ele vai me levar.
Mas acontece que não gosto de vento, e não é uma metáfora.
Ele é tão denso que me sufoca, me deixa sem saber como respirar, e costuma trazer poeira aos meus olhos. E se eu já não enxergo bem nos dias de sol, como posso andar no vento?
Eu sei que é hora, que agora é sério, que é meu limite físico. Mas não sei por onde se começa com a loucura de se largar tudo e pegar uma mochila e pôr nas costas.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Parece que a minha cabeça não é acompanhada por ninguém ao redor. Não existe ninguém que possa nem ter chegado perto.
A minha ética e os meus princípios fazem da minha consciência um local seguro.
Mas tem muito o que moldar ainda.
E ver no que reflete ao redor, ver se isso positiva minha vida ou deixa estagnada.
Voltar atrás ela não vai.
É só da paz comigo mesma que eu preciso, mais nada.
sábado, 18 de junho de 2011
Turning mistakes into gold
Chances.
Acontecem uma vez só. Pode ser que você não precise e nem mesmo mereça, pode ser que anseie por uma desesperadamente. Mas, ela está lá.
E parece, por vontade própria, escolher quem é merecedor.
Astuta, nos pega nos piores erros, aponta pra nós e por vezes até ri, é o papel dela.
Ela escolhe, e quando o faz, muda tudo, ou transforma, renova.
Quando você está lá, encolhido, pensando em que coisas loucas faz pra consertar o erro, ela pode surgir, inesperada e bem-vinda.
Ela me escolheu.
Bem a tempo.
Ela ensina que é a única vez em que irá interferir, automaticamente me mostrando o certo a fazer, e mesmo que eu não pusesse fé na sua existência, ela provou que eu estou errada, e era minha vez de ser merecedora dela.
Eu aprendi fácil, de um modo difícil, muito difícil.
Ninguém mais poderia fazer isso por mim, a não ser eu e ela.
E assim eu aprendi.
Gonna rise up
Turning mistakes into gold.
Turning mistakes into gold.
sábado, 21 de maio de 2011
Já não leio mais, não vejo televisão, não vejo os jornais, não sei o que é moda, não sei que música toca no rádio. Já não ouço mais o rádio. Já não vejo mais nada.
Só vejo o que eu quero ver, quando eu quero ver.
E eu nunca quero ver nada, ouvir nada, nem nada disso.
Essas longas conversas me desgastam, quero é ficar assim, no silêncio, ouvindo minhas músicas quando dá vontade, tomando um café com cachaça pra espantar o frio, sem precisar de companhia.
Depois que me conheci virei minha melhor companhia.
E os livros, ah, os livros...
Que tanto me levavam pra outra órbita, me alegravam, ensinavam, hoje não mais se encaixam em meu curto espaço de tempo.
Toda essa ativa socialização de hoje em dia, cominada com o trabalho e as aulas, não me dá tempo de fazer as coisas pequenas que realmente me importam.
Estou naturalmente sendo levada pra outro lado, me dando mais valor, desistindo de ideias sem sentido, descansando o máximo que possível, e pondo tudo em ordem na cabeça.
É isso que me fazia tanta falta, esse tempo comigo.
Estando sempre tão disponível aos outros acabava sempre indisponível pra mim mesma, logo agora, que aprendi a apreciar a minha companhia sem lamentações.
Quem se acha 100% correto ao dizer que só há vida em companhia?
Não, sou prova viva disso.
Não existe ngm com quem eu queira estar senão comigo mesma.
Não existe a necessidade de se viver em função de alguém, não existe companhia mais agradável do que eu mesma e o meu juízo.
Estar com o corpo num lugar e a mente vagando noutro, é o que sempre me acontece, ultimamente quem me tem por perto tem só o físico, pq o mental anda longe...
Ando num mundo só meu, continuando como antes, apenas reduzindo, e me fazendo feliz.
Há pouco tempo li um texto fascinante sobre a realização pessoal das pessoas sozinhas, em especial as mulheres.
Não há nada que me alegre mais do que uma sexta sem nada pra fazer, a não ser me sentar na cama, ler, ou ouvir uma música, brincar com meus cachorros, dormir cedo, e estar 100% no sábado.
Sou uma pequena parte da porcentagem que se satisfaz sozinha, andando conforme os trilhos, sem ficar me preocupando se vai ou não vai ter alguém dividindo o sofá ou a cama comigo.
As características humanas são natas.
A essência de cada um, é aquela que nasceu consigo. Nossas características internas não mudam, os alicerces da personalidade permanecem os mesmos, apenas os moldamos de acordo com o meio em que vivemos, e as pessoas com quem convivemos.
Mas está tudo lá dentro, e jamais mudará.
A miinha independência nasceu comigo, e mesmo o gosto pela solidão.
E pra mim está bom, não deixo passar as oportunidades, apenas estou aprendendo a escolhê-las adequadamente, pra que no futuro eu não pense agora e me sinta infeliz com o que passou e eu não fiz nem aproveitei.
Aproveito tudo agora, e sei que não estou de fato, sozinha. Sei que tenho todos ao meu redor que estão comigo, e isso me basta.
Esse recolhimento me faz bem, não evitar nada, apenas comedir, pesar os atos, e no fim acabo me sentindo bem de não estar me estragando como fazia, apenas aproveitando e agindo sensatamente, como creio estar fazendo.
Hoje é sexta, estou aqui, e estou bem.
É o que me importa de verdade.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Astrobologia
Acho besteira esse lance de horóscopo e astrologia.
Mas, tive um certo embasbacamento lendo isso:
O arcano zero do Tarot, chamado “O Louco”, é ao mesmo tempo final e início de uma viagem. Pressagia que uma etapa de sua vida se encerrou, dando imediatamente lugar a uma outra muito mais criativa, insólita e cheia de possibilidades, Mariana. Neste momento, você sai da posição de sacrossanta segurança e se atira rumo às mil possibilidades do desconhecido. Ao mesmo tempo em que isso fascina, também apavora, pois na maioria das vezes a nossa alma busca e está acostumada à estabilidade. O Louco, todavia, retrata este impulso que provoca o atirar-se na direção de horizontes novos. Trata-se de uma figura ambivalente: ao mesmo tempo em que você se fascinará com os imprevistos que acontecerão, ficará irritado com a sensação de certa “falta de controle sobre as coisas”. De todo modo, a idéia fundamental por detrás desta carta é a de aprender a voar para muito além daquilo que até mesmo você havia inicialmente imaginado! Surpresa é uma palavra chave para este momento.
E não é que o danado acertou?
é isso.
é voar mais longe do que até eu mesma havia imaginado.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Can you feel it?
Não pode ser assim tão difícil, afinal.
Eu realmente pensei que fosse.
Tenho tudo o que eu preciso agora. Tenho todos de quem preciso do meu lado, tenho tudo correspondido, tudo em ordem, tudo bem.
Tudo o que eu temia, pelo que eu sofria, e não entendia, se foi.
É uma vontade tolinha de não fechar o sorriso, de querer que seja sempre assim, que não termine.
Todos a quem eu amo ao redor, me protegendo, torcendo, e eu absorvendo essa onda positiva que me levou de vez.
Embora meu humor oscile o tempo todo e eu ande mais ranzinza que sensata, sabem que eu sou assim. Basicamente uma jumentinha *.*
Eu decidi dar uma chance pra isso acontecer, e parece que está acontecendo.
Era essa revigorada que me faltava, essas mudanças de todos os lados.
Um beijo,
M.
Eu realmente pensei que fosse.
Tenho tudo o que eu preciso agora. Tenho todos de quem preciso do meu lado, tenho tudo correspondido, tudo em ordem, tudo bem.
Tudo o que eu temia, pelo que eu sofria, e não entendia, se foi.
É uma vontade tolinha de não fechar o sorriso, de querer que seja sempre assim, que não termine.
Todos a quem eu amo ao redor, me protegendo, torcendo, e eu absorvendo essa onda positiva que me levou de vez.
Embora meu humor oscile o tempo todo e eu ande mais ranzinza que sensata, sabem que eu sou assim. Basicamente uma jumentinha *.*
Eu decidi dar uma chance pra isso acontecer, e parece que está acontecendo.
Era essa revigorada que me faltava, essas mudanças de todos os lados.
Um beijo,
M.
domingo, 27 de março de 2011
hope that things work out all right,
Todos andamos nos perguntando isso. Afinal, o que está fazendo desse 2011 um ano tão controverso? Estamos tão cheios de coragem, tomando tantas atitudes, e ao mesmo tempo, nos perguntando o por quê de tudo estar ao mesmo tempo tão bagunçado, essa confusão de sentimentos, todas essas confusões por parte da visão unilateral do problemas pelas pessoas em volta, como se tudo fosse um complemento, a metade exata, pro nosso bem interno, e a bagunça interna. Somos dia e noite num só, constantemente estressados, sobrecarregados, mas ainda assim com todas essas coisas novas pra administrar. Eu tô cansada disso, preciso de recesso. PrecisamoS de recesso, nós todos, nós todos. É tudo novo e confuso demais, as ideias são tantas que se chocam lá dentro e nenhuma verdade ou nexo sai boca afora. Eu tenho medo da situação, estamos todos sumindo, fechados pra balanço, sempre unidos, mas frágeis demais. E sempre com essa incerteza. Não sei como vai ser, espero não tomar gosto por isso, de perder a vontade que ainda me resta, de viver um pouco mais na luz da lua e não me trancar comigo mesma num quarto escuro pensando até sangrar a consciência. Não precisa ser assim, mas agora, precisamos. É essa transferência de sensações que sempre me tomam e me levam junto. Essas saídas são morfinas, elas não curam, amortecem. Sei lá, vou pensar um pouco e já volto. Herrmann.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Quando não há o que remediar e talvez você seja o remédio...
Status: Enxaqueca.
Há séculos q a danada não me visitava, então nem posso reclamar.
Em que confusão que tu te encontra guriazinha...Mas o que é isso? Acaso pensas que tá na Disney e que é só alegria?
Parece que eu falo sempre da mesma coisa, apesar de que minha cabeça seja uma enorme variável, e tudo mude muito rapidamente, menos a baguncinha que é a minha vida.
É um corre-corre dos infernos, todo o tempo, do despertar ao adormecer.
O tempo todo.
Isso anda me cansando, sempre disponível a todos, quebrando os galhos, sempre sempre ali presente.
Começo a sentir falta daqueles meus súbitos desaparecimentos pra balanço interior. Da falta do que fazer, do prazer que o ócio dá...
Ando esquecendo muito de mim, como sempre.
Preciso ir em 500 médicos, preciso dar banho nos cães, preciso fazer auto-escola, preciso arrumar o quarto, ler as questões de dir ambiental, os textos de administrativo, ler a respeito de empresarial, ler meus livrinhos água com açúcar da Marian Keyes, ver meus fiilminhos maais água com açúcar ainda, comprar mais uns cd's, comprar livros, encontrar forças e espaço pra voltar com o piano, tem tudo isso e fora o que eu nem lembrei.
Mas eu sei que no fundo é isso que me ampara e deixa de pé, antes era a vidinha vazia demais que fazia o estrago na cabeça, agora, é a falta de tempo.
Nunca parecemos satisfeitos, nunquinha.
Parece que a grama ao lado é sempre a mais verde, e o gato do vizinho sempre mais gordo.
As coisas parecem sem sabor, e o palpável inútil.
Até que se perde o que se achava pouco e a proporção inverte de tal forma de atordoa.
Talvez eu não queira perder isso, quero só me organizar.
Essa correria toda que dá o gás, e me faz útil.
Me faz a Mariana, a Nana, a M., a Lena, a Madalena, o Amor, e todo o resto.
Eu sou muitas mas não sou nenhuma.
Sou tantas que não caibo em mim.
Sou a metamorfose.
E que diminua o ritmo somente, pra eu não querer sumir.
Quero estar por aí pra quando me chamarem, e eu poder correr.
E dizer as minhas besteiras, criar as minhas mais mirabolantes metáforas, e tirar lá do fundo conforto pra quem eu amo.
Eu e a madre Teresa.eheuiheuihuie
Eu quero tudo e quero tanto que nem sei o que eu quero.
Será que eu quero?
Será que sou querida?
Será?
A minha eterna pergunta.
Eu quero um tempo da correria, e menos pulos pro meu coração.
Sem surpresas matinais, caronas e telefonemas.
Sem tanta disponibilidade, sem ver tanto, sem cultivar isso, só manter, ou afastar um pouco, de maneira saudável.
Tava ótima até agora, por favor, sem mais fantasmas, me deixe assim e não estrague o que cultivou e deixou assim, numa brisa.
Deixe estar, let it be.
Há séculos q a danada não me visitava, então nem posso reclamar.
Em que confusão que tu te encontra guriazinha...Mas o que é isso? Acaso pensas que tá na Disney e que é só alegria?
Parece que eu falo sempre da mesma coisa, apesar de que minha cabeça seja uma enorme variável, e tudo mude muito rapidamente, menos a baguncinha que é a minha vida.
É um corre-corre dos infernos, todo o tempo, do despertar ao adormecer.
O tempo todo.
Isso anda me cansando, sempre disponível a todos, quebrando os galhos, sempre sempre ali presente.
Começo a sentir falta daqueles meus súbitos desaparecimentos pra balanço interior. Da falta do que fazer, do prazer que o ócio dá...
Ando esquecendo muito de mim, como sempre.
Preciso ir em 500 médicos, preciso dar banho nos cães, preciso fazer auto-escola, preciso arrumar o quarto, ler as questões de dir ambiental, os textos de administrativo, ler a respeito de empresarial, ler meus livrinhos água com açúcar da Marian Keyes, ver meus fiilminhos maais água com açúcar ainda, comprar mais uns cd's, comprar livros, encontrar forças e espaço pra voltar com o piano, tem tudo isso e fora o que eu nem lembrei.
Mas eu sei que no fundo é isso que me ampara e deixa de pé, antes era a vidinha vazia demais que fazia o estrago na cabeça, agora, é a falta de tempo.
Nunca parecemos satisfeitos, nunquinha.
Parece que a grama ao lado é sempre a mais verde, e o gato do vizinho sempre mais gordo.
As coisas parecem sem sabor, e o palpável inútil.
Até que se perde o que se achava pouco e a proporção inverte de tal forma de atordoa.
Talvez eu não queira perder isso, quero só me organizar.
Essa correria toda que dá o gás, e me faz útil.
Me faz a Mariana, a Nana, a M., a Lena, a Madalena, o Amor, e todo o resto.
Eu sou muitas mas não sou nenhuma.
Sou tantas que não caibo em mim.
Sou a metamorfose.
E que diminua o ritmo somente, pra eu não querer sumir.
Quero estar por aí pra quando me chamarem, e eu poder correr.
E dizer as minhas besteiras, criar as minhas mais mirabolantes metáforas, e tirar lá do fundo conforto pra quem eu amo.
Eu e a madre Teresa.eheuiheuihuie
Eu quero tudo e quero tanto que nem sei o que eu quero.
Será que eu quero?
Será que sou querida?
Será?
A minha eterna pergunta.
Eu quero um tempo da correria, e menos pulos pro meu coração.
Sem surpresas matinais, caronas e telefonemas.
Sem tanta disponibilidade, sem ver tanto, sem cultivar isso, só manter, ou afastar um pouco, de maneira saudável.
Tava ótima até agora, por favor, sem mais fantasmas, me deixe assim e não estrague o que cultivou e deixou assim, numa brisa.
Deixe estar, let it be.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Decode.
Eu não sei o que se passa comigo cada vez que eu ouço 'wish you were here'. É mais forte do que eu. Me dá saudade de um tempo em que não vivi, de cenas que não vi, histórias que não vivenciei. Não sei o que se passa;
É como toda essa ansiedade que surge, quando me ligo demais a alguém, e de longe eu sinto o que acontece, eu sei sem querer, e eu sinto o mesmo. Não sei denominar, é assim com todos.
E só passa acalmando na marra, seja com o que for.
Naquelas de ficar acordado até vidrar, pra não ter tempo de pensar em nada quando fechar os olhos, e se perder nessa época que eu não vivi, sonhando.
---------------------------------------------------------------------------------
Não tem nada, nada que compare essa minha fase agora, onde eu compreendo, e não temo nada mais, nada mais pode me ferir nem nada disso.
É bom essa autossuficiência (ou, auto-suficiência) de não ter medo.
Só ir.
Vai minha filha, vai, o mundo é teu.
Ninguém vai estar sempre contigo a não ser tu mesma, compreenda.
AS pessoas que te cercam, podem ir, podem não voltar, podem partir, e tu permanece.
E tu também permanece.
Permanece aqui.
Pra que o medo?
Não, não tenha. Eu estou aqui sempre.
E entendo, eu sempre entendo, não?
Eu sei que na maior parte das vezes o meu egoísmo deveria falar mais alto, e eu devia pensar em mim, mas eu não consigo. Eu ouço os outros, fico horas falando sobre todos os prós. Mas só enxergo os meus contras. Ah, eu sou assim, não sei não ser assim. Me fale sempre tudo, que eu ouço tudo, e por mais que às vezes seja sinceridade demais, eu preciso me posicionar e dizer o que eu acho. É o lance da confiança baseada nas transparências.
Esses percalços no caminho eu uso como peso de papel.
Eu não sei como conseguir ficar bem o tempo inteiro assim, mas ando conseguindo.
A ponto de começar a irritar.
Por mais que eu tanto reclame e me queixe da minha saúde podre.
Já disse várias vezes que o que conta é a saúde mental, que manda lembranças.
Estiquei minhas asinhas hoje e toquei o céu.
'...the truth is hiding in your eyes...'
Este Post é oferecido à Guilherme H. (@_Guglielmo)
que ficou me distraindo falando sobre Shakespeare, e sua provável dislexia.
;)
É como toda essa ansiedade que surge, quando me ligo demais a alguém, e de longe eu sinto o que acontece, eu sei sem querer, e eu sinto o mesmo. Não sei denominar, é assim com todos.
E só passa acalmando na marra, seja com o que for.
Naquelas de ficar acordado até vidrar, pra não ter tempo de pensar em nada quando fechar os olhos, e se perder nessa época que eu não vivi, sonhando.
---------------------------------------------------------------------------------
Não tem nada, nada que compare essa minha fase agora, onde eu compreendo, e não temo nada mais, nada mais pode me ferir nem nada disso.
É bom essa autossuficiência (ou, auto-suficiência) de não ter medo.
Só ir.
Vai minha filha, vai, o mundo é teu.
Ninguém vai estar sempre contigo a não ser tu mesma, compreenda.
AS pessoas que te cercam, podem ir, podem não voltar, podem partir, e tu permanece.
E tu também permanece.
Permanece aqui.
Pra que o medo?
Não, não tenha. Eu estou aqui sempre.
E entendo, eu sempre entendo, não?
Eu sei que na maior parte das vezes o meu egoísmo deveria falar mais alto, e eu devia pensar em mim, mas eu não consigo. Eu ouço os outros, fico horas falando sobre todos os prós. Mas só enxergo os meus contras. Ah, eu sou assim, não sei não ser assim. Me fale sempre tudo, que eu ouço tudo, e por mais que às vezes seja sinceridade demais, eu preciso me posicionar e dizer o que eu acho. É o lance da confiança baseada nas transparências.
Esses percalços no caminho eu uso como peso de papel.
Eu não sei como conseguir ficar bem o tempo inteiro assim, mas ando conseguindo.
A ponto de começar a irritar.
Por mais que eu tanto reclame e me queixe da minha saúde podre.
Já disse várias vezes que o que conta é a saúde mental, que manda lembranças.
Estiquei minhas asinhas hoje e toquei o céu.
'...the truth is hiding in your eyes...'
Este Post é oferecido à Guilherme H. (@_Guglielmo)
que ficou me distraindo falando sobre Shakespeare, e sua provável dislexia.
;)
sábado, 12 de março de 2011
É tudo uma questão de medida
Não propriamente um Best Seller.
Nem mesmo Best,
mas, um segredo.
Se chega num ponto em que é preciso largar mão da inconsequência e se permitir.
Se abrir pro mundo das sensações, fechar os olhos e enxergar bolinhas verdes, viajar, dentro e fora dos limites, planar a mente, extravazar, fazer e ser, não adiar.
Mas, o segredo é a dosagem.
A vida se resume a medir cada sensação e gesto externado, cada sorriso a cada palavra. A cada tudo, em tudo.
É o fazer sem pensar que nos estimula, que dá o tesão, mas é o que também nos quebra a cara.
Que delícia jogar tudo pro alto e nem pensar, fazer.
Tipo o dia em que estava trabalhando, peguei o ônibus com a Anajara, e fomos fazer uma big indiada pra Porto Alegre, vários ônibus, informações, trem, informações, seguir o fluxo, outro ônibus, pra chegar no opinião.
Os namorados tinham dito: Não, não vão.
E nós internamente dissemos: Sim, nós vamos. De qualquer jeito, não é uma negociação, e fomos.
Foi o impulso, não sabíamos que caminho tomar, tava meio esquematizado já, mas todos sabem que a teoria é uma porcaria, e que a prática está aí pra isso.
Não nos arrependemos. Nem um pouco,
as pessoas entediadíssimas no trensurb, mas, pra nós era festa, garotas do interior.
É aí que eu me refiro, se permitir, se jogar, fazer.
Claro, que mamãe não soube do meu paradeiro, não fui pra faculdade, mas, por ela, era lá q eu estava,
ah, mas e daí?
A vida é agora.
É o que acontece enquanto se faz planos, Lennon nos disse.
Não tenho planos, acordo com um dia inesperado após o outro, é o que eu gosto. A rotina machuca, delimita, é uma redoma.
O bom mesmo é sair sem saber de nada, o que fazer, quem encontrar, e sempre, sempre rola coisa boa.
Quando eu entrei no status 'de boa' e deixei ligado, foi o que houve pra mim, só coisa boa, em todos os sentidos. Todos.
É porque agora me liguei e criei cabeça nesse lance de dosagem.
Nada demais, fora os habituais excessos, mas, só os que prejudicam a mim mesma.
Não exceder a vontade de falar sem pensar, não magoar, nem nada disso.
Ah, é uma sensação boa, sabe?
De estar de boa, com todos, não ter um pinguinho de ódio no coração, ser tipo hippie (com banhos) no bom estilo peace & love e que os outros vão arrumar o que fazer, nos deixem, nos deixem. É esse despertar das coisas novas que me faz dosar. É o não amar demais, não apegar demais, viver ali na medida, dando espaço, procurando quando dá vontade, tomar o meu amado chá de sumiço, que tanto me caracteriza, e saber que mesmo assim tá tudo bem, que vão entender.
É saber escolher quem está ao redor, e ter certeza que eles vão entender esse sumiço. É o ter certeza de que alguém vai estar sempre 100% disponível pra poder ligar na madrugada, abafando soluços e desabafar.
É isso, é a medida, a medida que controla a vida.
Faço o que eu faço, não exijo nada de ninguém, nada, faço minha parte, sendo honesta e sincera como posso, pra construir as relações direitinho, pra não dar maegem a possíveis enganos, e ficar tranquila.
É um pouco chato caber tanta coisa assim dentro de mim. Não sou acostumada com essa maré boa. E não quero que ela passe, e não vai passar. Ando muito bem amparada, :)
muito muito.
É aquelas coisas que tu não tem certeza, mas precisa ouvir pra se fazer compreender, se auto-ajudar. E sacar que a vida até que é um barato mesmo.
Ouvindo Janis, entrando nas letras, e me sentindo a fim de pôr essas coisas pra fora, pra quem sabe transmitir o mesmo a alguém, esse meu entusiasmo todo. Toda essa energia contida.
Não faça como eu faço nem haja como eu, meça aí dentro o nível de intensidade da sua vida e preze as prioridades. Pense antes, pense sempre.
A vida n é construída com arrependimentos e 'e se...'
É o agora, o que rola enquanto você leu isso,
;)
Nem mesmo Best,
mas, um segredo.
Se chega num ponto em que é preciso largar mão da inconsequência e se permitir.
Se abrir pro mundo das sensações, fechar os olhos e enxergar bolinhas verdes, viajar, dentro e fora dos limites, planar a mente, extravazar, fazer e ser, não adiar.
Mas, o segredo é a dosagem.
A vida se resume a medir cada sensação e gesto externado, cada sorriso a cada palavra. A cada tudo, em tudo.
É o fazer sem pensar que nos estimula, que dá o tesão, mas é o que também nos quebra a cara.
Que delícia jogar tudo pro alto e nem pensar, fazer.
Tipo o dia em que estava trabalhando, peguei o ônibus com a Anajara, e fomos fazer uma big indiada pra Porto Alegre, vários ônibus, informações, trem, informações, seguir o fluxo, outro ônibus, pra chegar no opinião.
Os namorados tinham dito: Não, não vão.
E nós internamente dissemos: Sim, nós vamos. De qualquer jeito, não é uma negociação, e fomos.
Foi o impulso, não sabíamos que caminho tomar, tava meio esquematizado já, mas todos sabem que a teoria é uma porcaria, e que a prática está aí pra isso.
Não nos arrependemos. Nem um pouco,
as pessoas entediadíssimas no trensurb, mas, pra nós era festa, garotas do interior.
É aí que eu me refiro, se permitir, se jogar, fazer.
Claro, que mamãe não soube do meu paradeiro, não fui pra faculdade, mas, por ela, era lá q eu estava,
ah, mas e daí?
A vida é agora.
É o que acontece enquanto se faz planos, Lennon nos disse.
Não tenho planos, acordo com um dia inesperado após o outro, é o que eu gosto. A rotina machuca, delimita, é uma redoma.
O bom mesmo é sair sem saber de nada, o que fazer, quem encontrar, e sempre, sempre rola coisa boa.
Quando eu entrei no status 'de boa' e deixei ligado, foi o que houve pra mim, só coisa boa, em todos os sentidos. Todos.
É porque agora me liguei e criei cabeça nesse lance de dosagem.
Nada demais, fora os habituais excessos, mas, só os que prejudicam a mim mesma.
Não exceder a vontade de falar sem pensar, não magoar, nem nada disso.
Ah, é uma sensação boa, sabe?
De estar de boa, com todos, não ter um pinguinho de ódio no coração, ser tipo hippie (com banhos) no bom estilo peace & love e que os outros vão arrumar o que fazer, nos deixem, nos deixem. É esse despertar das coisas novas que me faz dosar. É o não amar demais, não apegar demais, viver ali na medida, dando espaço, procurando quando dá vontade, tomar o meu amado chá de sumiço, que tanto me caracteriza, e saber que mesmo assim tá tudo bem, que vão entender.
É saber escolher quem está ao redor, e ter certeza que eles vão entender esse sumiço. É o ter certeza de que alguém vai estar sempre 100% disponível pra poder ligar na madrugada, abafando soluços e desabafar.
É isso, é a medida, a medida que controla a vida.
Faço o que eu faço, não exijo nada de ninguém, nada, faço minha parte, sendo honesta e sincera como posso, pra construir as relações direitinho, pra não dar maegem a possíveis enganos, e ficar tranquila.
É um pouco chato caber tanta coisa assim dentro de mim. Não sou acostumada com essa maré boa. E não quero que ela passe, e não vai passar. Ando muito bem amparada, :)
muito muito.
É aquelas coisas que tu não tem certeza, mas precisa ouvir pra se fazer compreender, se auto-ajudar. E sacar que a vida até que é um barato mesmo.
Ouvindo Janis, entrando nas letras, e me sentindo a fim de pôr essas coisas pra fora, pra quem sabe transmitir o mesmo a alguém, esse meu entusiasmo todo. Toda essa energia contida.
Não faça como eu faço nem haja como eu, meça aí dentro o nível de intensidade da sua vida e preze as prioridades. Pense antes, pense sempre.
A vida n é construída com arrependimentos e 'e se...'
É o agora, o que rola enquanto você leu isso,
;)
terça-feira, 8 de março de 2011
Feriadal de carnavão
Na boa, esse lance das serpentinas não é pra mim.
A música é ruim, as pessoas se vulgarizam, é muito quente.
e eu sou enjoada mesmo.
O bom mesmo é o feriado.
Ô delícia, de sexta a quarta de pé pra cima.
Me permitindo vadiar, dar voltas por aí, sentar e tomar uma cerveja, pegar um solzinho no coco.
Mas, exclusivamente hoje, eu VOU ir.
Pq a palavra vigente em 2011 é parceria.
Vou lá.
Ver qualé;
ainda não vou amar o carnaval.
Mas, vamos lá, rir um pouco com quem se ama e ficar fedendo a cerveja.
Na real é o que vale.
Na mente há ideias melhores, mas por ora é o q se tem.
Enjoy. ;)
A música é ruim, as pessoas se vulgarizam, é muito quente.
e eu sou enjoada mesmo.
O bom mesmo é o feriado.
Ô delícia, de sexta a quarta de pé pra cima.
Me permitindo vadiar, dar voltas por aí, sentar e tomar uma cerveja, pegar um solzinho no coco.
Mas, exclusivamente hoje, eu VOU ir.
Pq a palavra vigente em 2011 é parceria.
Vou lá.
Ver qualé;
ainda não vou amar o carnaval.
Mas, vamos lá, rir um pouco com quem se ama e ficar fedendo a cerveja.
Na real é o que vale.
Na mente há ideias melhores, mas por ora é o q se tem.
Enjoy. ;)
quinta-feira, 3 de março de 2011
Tears. Um brinde.
Quem é aquela que escrevia nos primeiros posts em 2007?
Não pode ser eu. Não é possível.
Cadê aquela cabeça que se julgava madura à época, aquela adolescente quase bobinha (quase devido a falta de amores colegiais) que achava que nada ia dar a volta numa dessas que a vida dá?
Pois é.
Não sei pra onde ela foi.
E ela mandou dizer que não volta.
E que eu aqui vou ficar no lugar.
Ela disse que era pra eu começar 2011 sendo quem ela queria, mas não podia e tinha medo.
Ela era gente boa, mas, era definida no dicionário como: 'introspectiva', e aí ela era bicho do mato e deprê mesmo.
Queria morrer, tomava cartelas inteiras de medicamentos fortes, bebia doses absurdas de álcool por cima, ela queria sair da consciência, porque doía, sabe...
Ela ficou uns 7 anos nessa, mas, ela n tinha muito o que fazer na época a não ser fortalecer a couraça;
e foi o que fez.
E, francamente, eu gostava dela até, embora ela visse o contrário, eu vinha todas as noites nos seus sonhos, tentar trazer ela pra minha turma, mas, ainda não era a hora dela, ela não tava preparada;
e por conta disso subestistia. Ela se arrastava e perpetuava a dor no peito. Que era a única dor que ninguém via ou pensava existir.
Socialmente, ela era alegre, mas, por socialmente entende-se universidade, ela ainda n tinha coragem de conseguir um emprego, isso a faria sair às ruas todo dia...
Mas, ela acordou um dia, e num ímpeto de liberdade ligou o modo ' i don't care' na mente, e...fez.
Fez o q precisava, pois foi quando se livrou do medo.
Hoje, muito, muito de vez em quando, ela fala só comigo, sabe como é, tenho um pouco mais de intimidade, coisa e tal...
Mas é rápido, logo vem um amigo e me distrai e como ela é tímida, foge rápido.
Hoje, eu assumi.
E sou assim.
Com ânimo novo, com vitalidade, frescor nas ventas, sem medo, alegre, sensata, e embora junkie, consciente.
Demosntrando meus afetos e sentimentos sem pudor algum, não tendo tempo pra adiar a vida,
muito prazer.
Fique aqui comigo, e nos vacilos, segure minha mão.
Preciso de você.
Não pode ser eu. Não é possível.
Cadê aquela cabeça que se julgava madura à época, aquela adolescente quase bobinha (quase devido a falta de amores colegiais) que achava que nada ia dar a volta numa dessas que a vida dá?
Pois é.
Não sei pra onde ela foi.
E ela mandou dizer que não volta.
E que eu aqui vou ficar no lugar.
Ela disse que era pra eu começar 2011 sendo quem ela queria, mas não podia e tinha medo.
Ela era gente boa, mas, era definida no dicionário como: 'introspectiva', e aí ela era bicho do mato e deprê mesmo.
Queria morrer, tomava cartelas inteiras de medicamentos fortes, bebia doses absurdas de álcool por cima, ela queria sair da consciência, porque doía, sabe...
Ela ficou uns 7 anos nessa, mas, ela n tinha muito o que fazer na época a não ser fortalecer a couraça;
e foi o que fez.
E, francamente, eu gostava dela até, embora ela visse o contrário, eu vinha todas as noites nos seus sonhos, tentar trazer ela pra minha turma, mas, ainda não era a hora dela, ela não tava preparada;
e por conta disso subestistia. Ela se arrastava e perpetuava a dor no peito. Que era a única dor que ninguém via ou pensava existir.
Socialmente, ela era alegre, mas, por socialmente entende-se universidade, ela ainda n tinha coragem de conseguir um emprego, isso a faria sair às ruas todo dia...
Mas, ela acordou um dia, e num ímpeto de liberdade ligou o modo ' i don't care' na mente, e...fez.
Fez o q precisava, pois foi quando se livrou do medo.
Hoje, muito, muito de vez em quando, ela fala só comigo, sabe como é, tenho um pouco mais de intimidade, coisa e tal...
Mas é rápido, logo vem um amigo e me distrai e como ela é tímida, foge rápido.
Hoje, eu assumi.
E sou assim.
Com ânimo novo, com vitalidade, frescor nas ventas, sem medo, alegre, sensata, e embora junkie, consciente.
Demosntrando meus afetos e sentimentos sem pudor algum, não tendo tempo pra adiar a vida,
muito prazer.
Fique aqui comigo, e nos vacilos, segure minha mão.
Preciso de você.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Aquele tempo
Título nada a ver com o que eu vou escrever agora, nadinha.
Pra não variar.
Mas ao menos nesse eu pus título, não sou boa nisso. Só com nomes pra animais.
Acontece que essa madrugada me peguei noutra daquelas crises.
Assim, ela me dizia pra sentar e decidir, e definir tudo, montar o esquema tático, e me alertar.
Mas ela realmente me assustou e me fez sair murchinha pelas ruas.
Mas, embora eu estivesse bicho do mato e nem pro almoço eu tenha saído no trabalho, ouvi boas palavras, boas mesmo. De todos;
Bom saber.
Mente mais leve, levinha, e as boas lembranças q ainda ficam no fechar dos olhos.
Qua parecem ontem se bem lembradas, mas, foi ante ontem.
haha
Ah, meus amigos, o que seria, o que faria, sem esse apoio todo..
Nada, eu ainda seria nada. Sejam minhas muletas pra sempre, todos.
Vamos fazer desses nossos encontros um hábito ainda maior.
Precisamos todos disso.
E me deixam feliz.
É, agora talvez eu saiba compreender melhor o que é afinal a 'felicidade'.
É aquele fechar de olhos.
E todo o resto q o corpo tbm lembra.
É o misto da amizade com todo o carinho, o chamego e cafunés, mas que ainda assim, são amizade.
(:
Obrigada, everyone who lives here, in the right side of my heart. Yeah, the right side. all of you.
Vou deixar sim as borboletas se criarem, quem sabe elas voem.
Pra não variar.
Mas ao menos nesse eu pus título, não sou boa nisso. Só com nomes pra animais.
Acontece que essa madrugada me peguei noutra daquelas crises.
Assim, ela me dizia pra sentar e decidir, e definir tudo, montar o esquema tático, e me alertar.
Mas ela realmente me assustou e me fez sair murchinha pelas ruas.
Mas, embora eu estivesse bicho do mato e nem pro almoço eu tenha saído no trabalho, ouvi boas palavras, boas mesmo. De todos;
Bom saber.
Mente mais leve, levinha, e as boas lembranças q ainda ficam no fechar dos olhos.
Qua parecem ontem se bem lembradas, mas, foi ante ontem.
haha
Ah, meus amigos, o que seria, o que faria, sem esse apoio todo..
Nada, eu ainda seria nada. Sejam minhas muletas pra sempre, todos.
Vamos fazer desses nossos encontros um hábito ainda maior.
Precisamos todos disso.
E me deixam feliz.
É, agora talvez eu saiba compreender melhor o que é afinal a 'felicidade'.
É aquele fechar de olhos.
E todo o resto q o corpo tbm lembra.
É o misto da amizade com todo o carinho, o chamego e cafunés, mas que ainda assim, são amizade.
(:
Obrigada, everyone who lives here, in the right side of my heart. Yeah, the right side. all of you.
Vou deixar sim as borboletas se criarem, quem sabe elas voem.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
E nasce outra vez...

Primeiro post de 2011.
Querido diário, como já devo ter dito anteriormente, sempre tenho coisas incríveis e divertidíssimas pra postar quando não tenho a possibilidade de escrever, e infelizmente o 'REC' do meu cérebro não anda gravando direito.
Esse meu instinto de auto-destruição que me faz perder os freios de leve e gerar preocupações.
Mas como eu disse esses dias, tendo consciência, eu tenho tudo.
Além do mais, minha insati
sfação pessoal anda me tirando do sério.
Não como antes, onde nada era o meu tudo, o pouco q eu tinha. Mas agora o muito que anteriormente era pouco, ainda me parece pouco.
Essas festas não me satisfazem, essa rotina me adoece, essa cidade me sufoca, e a minha mente martela sem parar.
Assinar:
Postagens (Atom)