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sábado, 22 de maio de 2010

Sem sono e sozinha na madrugada

Sei lá o nome disso. Só sei que é confuso demais. As emoções se confrontam o tempo inteiro. Ao mesmo tempo que amo, logo, logo, talvez eu odeie. Ponho um The Doors pra tocar e ouço as viagens dos anos 60 me perguntando se não seria melhor ter nascido por lá.

Pra ver se o ruim mesmo, é o aqui e o agora. As coisas novas conquistadas, coisas boas, servem só pros momentos de profunda ira, vinda não sei de onde, pra me acalmar e me mostrar minhas conquistas.

Se vive a vida inteira com um pano negro sobre os olhos, e quando enfim, esse pano é arrancado por você mesmo, porque você cansou do escuro, fica difícil enxergar, é muita luz entrando em seus olhos ao mesmo tempo, e a maior parte delas pela primeira vez.

Nessas horas de angústia e indecisão, dúvida, tudo misturado que não possui um nome sequer, não consigo avaliar os ganhos sem pesar muito mais as perdas.

Preciso trabalhar todos os meus pontos fracos, todos os transtornos e neuras que ficam martelando, martelando, martelando, do mesmo modo que uma torneira pinga no meio da noite e te leva à loucura.

Fico aqui em vão esperando, e enquanto as respostas não vém, se é mesmo q vão vir, eu sento com o meu café fumegando e vou pondo tudo isso pra fora.

Escrever é terapêutico, dizem.

Mesmo depois de compartilhar meus males com todos que eu gosto, os poucos que eu confio, que conhecem os buracos negros da minha mente, as minhas falhas, os meus medos e progressos, ainda me falta algo, não sei o que é.

É como se eu estivesse numa sala de espera esperando a minha vez.

E esse trecho não trata de amor, acredito que não. Já que ando preenchendo meu tempo compartilhando aventuras, segredos, experiências e carinho com uma pessoa importante que por acaso me achou.

Será q realmente as pessoas são destinadas à um fim específico? Ou seria ele um começo?

Sexta – feira.

01H06min.

Palavras jorrando.

Ócio criativo.

Noite.

A minha vida é melhor à noite, socializo mais, me canso menos, descanso, amo, rio, penso, escrevo, desabafo, choro pelo MSN e sou consolada por amigas irreais de tão boas.

Não acredito nessa história de que amigos são amigos somente até o momento em que irão deixar de ser.

Pelas pedras que eu andei pisando, posso dizer que já conheço a estrada. Não sei o caminho de cor ainda, talvez lá tenha um arco-íris, e talvez eu ache ouro.

Mas talvez é uma palavra complicada, uso com moderação.

Aniversário do Vô. (L)

Festa com barril de chopp, família alemã reunida, casa cheia, comer até doer a barriga, sorrir sem ânimo nas fotos e afirmar q ficou péssima em todas, stress ao dormir, pela falta de acomodação, e enfim, juntar a família, na real é isso aí mesmo.

Kerb Herrmann.

Ich Liebe.

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